testosterona efeitos colaterais

Conheça 12 efeitos colaterais testosterona humanar, importantíssimo na regulação de várias funções corporais, sobretudo no corpo masculino. Uma das funções mais reconhecidas da testosterona é promover o crescimento de massa muscular, de modo que muitos praticantes de musculação fazem uso de formas sintéticas do hormônio para intensificar seus ganhos. agora conheça alguns desses efeitos:

1. Tremores
Um dos efeitos mais comuns percebidos por quem faz uso de testosterona artificial para ganhar massa muscular são os tremores musculares. Trata-se de um efeito que pode variar em intensidade, podendo ser extremamente incômodo.
2. Acne
O desenvolvimento da acne é uma consequência direta dos altos níveis de testosterona. A puberdade masculina deixa essa relação clara, bem como os surtos de acne que alguns iniciantes de musculação sofrem, em virtude do pequeno aumento nos níveis de testosterona. No caso de altas doses de testosterona artificial, a acne pode se manifestar intensamente.
3. Retenção Hídrica
A retenção de líquidos apresenta um significativo aumento em pessoas que usam testosterona para ganhar massa muscular. Esse efeito traz riscos à saúde no que diz respeito à pressão sanguínea, mas também é esteticamente indesejável. Quem procura obter um corpo definido se frustará, pois o inchaço é extremamente difícil de ser superado.
4. Dores e Lesões nas Articulações
O desenvolvimento muscular provocado pelas altas doses de testosterona artificial é absolutamente irregular. O músculo, de fato, consegue se desenvolver rapidamente, mas as estruturas que se associam a eles seguem seu ritmo normal de desenvolvimento. Isso é especialmente severo no caso das articulações, que passam a sofrer com as novas cargas que os músculos são capazes de suportar: o resultado são dores frequentes, além de lesões possivelmente graves.
5. Hipertensão
Os estudos científicos revelam que a pressão arterial de homens que fazem reposição de testosterona (isto é, homens que de fato precisam do hormônio artificial) eleva-se consideravelmente. Nos homens que já possuem níveis normais de testosterona e usam o hormônio artificial para ganhar massa muscular, o efeito é ainda mais intenso.
6. Colesterol
O único efeito colateral positivo que pode ser mencionado diz respeito aos níveis de colesterol. Observa-se que a suplementação com testosterona artificial em idosos provoca uma diminição do colesterol “ruim” (LDL) e um aumento no colesterol “bom” (HDL). O que ocorre no uso para ganho de massa muscular é, porém, desconhecido, de modo que mesmo nesse fator há algum risco.
7. Arritmia Cardíaca
A arritmia cardíaca é provocada por um efeito nocivo dos altos níveis de testosterona sobre o coração. Observa-se um crescimento irregular das fibras, que provoca um aumento desproporcional do ventrículo esquerdo, de modo que os batimentos cardíacos ficam desregulados.
8. Dores de Cabeça
Dores de cabeça também são frequentes entre os usuários de testosterona para ganho de massa muscular. A intensidade varia, mas há o risco de desenvolver severas enxaquecas.
9. Tumores
O risco de tumores no fígado é cientificamente associado à suplementação com testosterona. Trata-se de uma doença perigosa, cujo desenvolvimento poder ser irreversível: nos casos observados, nem sempre o tumor regrediu após a interrupção do uso da testosterona.
10. Calvície
Os efeitos dermatológicos do uso de testosterona para ganhar massa muscular, frequentemente visíveis na forma da acne, muitas vezes se fazem notar também pelo desenvolvimento da calvície. Trata-se de apenas mais um efeito estético potencialmente indesejável que frustra quem procura reformular o corpo através da testosterona.
11. Distúrbios do Sono
Uma vez que o ciclo de produção e consumo da testosterona se relacionam fortemente ao sono regular, o uso de testosterona para ganhar massa muscular também pode trazer problemas nesse sentido. A insônia é frequemente observada, assim como a apneia do sono.
12. Alterações de Humor
A testosterona associa-se a padrões de comportamento agressivos e irritáveis, de modo que uma sobrecarga desse hormônio pode ter sérias consequências para os padrões de humor. Para quem leva uma vida estressante, a irritabilidade pode se tornar absolutamente insuportável.

Efeitos Colaterais Específicos no Corpo Masculino
Os efeitos colaterais do uso de testosterona para o homem são severos. Esse hormônio é extremamente importante na regulação do corpo masculino, de modo que alterar os seus níveis drasticamente provoca um desequilíbrio intenso.
Em primeiro lugar, os altos níveis de testosterona farão com que os testículos (as glândulas responsáveis pela produção desse hormônio) passem a trabalhar menos. O resultado, a longo prazo, é a atrofia dos mesmos, isto é, sua diminuição e progressiva deterioração.
Paralelamente, o homem pode se tornar sexualmente impotente, desenvolvendo severos casos de disfunção erétil. Além disso, a diminuição da quantidade de espermatozoides torna o homem cada vez menos fértil. O desequilíbrio hormonal estimula, ainda, o desenvolvimento irregular da próstata – aumentando as chances de câncer nessa região, de modo a colocar a vida do homem em risco.
Os efeitos estéticos também são importantes. Já que muitos homens usam testosterona artificial para aumentar os seus músculos, muitos se decepcionam com o indesejado desenvolvimento das mamas provocado pelo desequilíbrio hormonal.

Efeitos Colaterais Específicos no Corpo Feminino
Os efeitos colaterais não são menos severos no corpo feminino, porém. Já que os níveis de testosterona são normalmente baixos no corpo feminino, os níveis altos provocados pela suplementação provocam facilmente efeitos indesejáveis.
Os efeitos mais comuns e popularmente conhecidos são relacionados ao desenvolvimento de características corporais tipicamente masculinas: o crescimento de pelos na distribuição tipicamente masculina, a alteração na voz (que se torna mais rouca e sobretudo mais grave), entre outros detalhes corporais que são potencialmente indesejáveis do ponto de vista estético.
As características típicas do corpo feminino também são afetadas: se nos homens ocorre o desenvolvimento das mamas, nas mulheres a sobrecarga de testosterona provoca a sua atrofia. Além disso, observa-se um desenvolvimento exagerado do clitóris.
O corpo feminino, porém, é muito atacado no que diz respeito ao sistema endócrino em geral. O ciclo menstrual, importantíssimo e totalmente regulado por hormônios, torna-se absolutamente desregulado e muitas vezes simplesmente deixa de existir. As funções reprodutoras e sexuais do corpo feminino são, portanto, seriamente ameaçadas.

Efeitos Colaterais Específicos no Corpo Adolescente
Os efeitos da carga adicional de testosterona deixam ainda mais marcas quando o uso é feito na adolescência. Uma vez que os hormônios têm um papel central nessa fase de amadurecimento do corpo, o desequilíbrio provoca muitas vezes sequelas absolutamente irreversíveis.
O processo de desenvolvimento é afetado de duas formas principais. Em primeiro lugar, pode ocorrer a maturação esquelética precoce, de modo a interromper o crescimento intenso que normalmente se dá nessa fase da vida. O resultado é a baixa estatura, extremamente difícil de alterar.
Além disso, o processo da puberdade pode, em geral, acelerar de modo extremo. Isso não significa, porém, que o desenvolvimento apenas se dá mais rapidamente: ele se dá de modo irregular e descontínuo, provocando um crescimento disforme extremamente perigoso.

Efeitos Colaterais Específicos no Corpo de Idoso
A reposição em homens idosos de testosterona, o hormônio masculino produzido pelos testículos, tem sido uma controvérsia nos últimos anos. Não há dúvida de que o homem, à medida que envelhece, experimenta alterações progressivas na concentração desse hormônio no seu sangue. Acompanham essa redução mudanças na libido, na força muscular, na atividade física e sexual, na vitalidade e na capacidade mental e cognitiva e um aumento no risco de doenças cardiovasculares graves, como infarto e derrame.
Apesar da concomitância da redução dos níveis de testosterona e do aparecimento desses sinais importantes do envelhecimento, os especialistas não conseguiram definir se a causa de todos os males da idade seria a deficiência de testosterona, nem conseguiram demonstrar que, elevando os níveis desse hormônio, necessariamente devolvem-se todos esses sintomas aos níveis normais. Os estudos disponíveis na literatura médica não ajudavam os especialistas a decidir, de forma convincente, se um idoso teria benefícios com a reposição de testosterona ou não.
Há poucos dias, pesquisadores dos NIH, institutos nacionais de saúde dos Estados Unidos, liderados por Peter Snyder, divulgaram na revista New England Journal of Medicine, os primeiros resultados científicos de um estudo muito bem desenhado, que tinha por objetivo identificar o impacto da reposição hormonal masculina em três problemas associados com o envelhecimento: função sexual, atividade física e vitalidade.
Avaliaram 790 homens com idade superior a 65 anos, com concentração diminuída da testosterona no sangue e já apresentando sintomas claros do envelhecimento. Foram sorteados para receber, durante um ano, testosterona em forma de gel ou placebo, forma sem efeito biológico. Os resultados desse extenso estudo mostraram que o grupo de idosos que recebeu testosterona teve a concentração do hormônio no sangue aumentada a níveis considerados normais, correspondentes a jovens de idade entre 19 e 40 anos. Essa elevação da testosterona se associa à melhora significativa da atividade sexual, da vontade sexual e da função erétil. Por outro lado, a reposição hormonal melhorou pouco a capacidade de andar, assim como a perda de vitalidade. Parece que os homens que receberam testosterona apresentaram discreta melhora do humor e dos sintomas de depressão.
Durante o período desse estudo, os pesquisadores não encontraram efeitos colaterais importantes da testosterona nem mudança no risco de infarto ou de derrame. Em editorial que acompanhou o artigo na revista, o doutor Eric Orwoll, professor de medicina da Universidade do Oregon, em Portland, elogiou o desenho rigoroso do estudo, mas alertou os pacientes e os médicos que a reposição de testosterona não é uma panaceia ou elixir da juventude eterna. Seus benefícios, como demonstrado, foram determinados em pessoas idosas com mais de 65 anos.
A prática de prescrever a testosterona para homens mais jovens deve ser revista com muito critério. Ao mesmo tempo, o doutor Orwoll lembra que o período de observação do estudo é relativamente curto, somente um ano, o que não afasta efeitos colaterais e até riscos cardiovasculares em prazo mais prolongado. Portanto, recomenda que idosos com os sintomas acima descritos avaliem individualmente com seus médicos os benefícios e os riscos associados à reposição. Para os mais jovens, muito cuidado.

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